Num lar onde reinam o Amor e a Compreensão, ouvem-se sempre orações, escutam-se risos e músicas, aspiram-se perfumes.
No gesto da mãe que acompanha o filho pequenino ao leito e lhe ensina a primeira oração; no carinho do pai que passa a noite, junto ao filho enfermo, orando à sua cabeceira; no sorriso dos pais que contemplam os filhos unidos, brincando; nos filhos que trazem flores, para alegrarem os pais, manifestando-lhes seu amor e gratidão, enchendo a casa de alegrias. Quando a família se une no mesmo ideal do bem, ondas harmoniosas desprendem-se de suas mentes, transformando a casa em verdadeiro templo de luz e bençãos.
Quando o amor se espalhar por todos os lares da Terra, haverá uma união feliz e todos os lares serão restituidos de harmonia; nascerá uma Terra renovada que conterá uma só família.
Felizes os que , solícitos, atendem igualmente, com sorriso nos lábios e a bondade no coração, todos os seus irmãos, principalmente os familiares; os que recebem a semente, fazendo-a frutificar, tornando-se obreiros da hora que passa e testemunhos da verdade; os que semeiam a verdadeira caridade, compreendendo e ajuntando o infotúnio e a intolerância, alimentando a esperança nos corações dos homens e das famílias.
Bem aventurados os que promovem a harmonia na humanidade, convocando-a para a união feliz com verdadeiro amor, fazendo luz em seus lares, pois a verdadeira felicidade permanece com eles.
Evangelização é renovação íntima. Na casa onde reina o Evangelho, moram a justiça, o amor e a sabedoria. O coração evangelizado é um coração divinizado, santificado em seus pensamentos, palavras e obras. É um ato maravilhoso, cumprido na renúncia de si mesmo, e grande será a nossa glória se conseguirmos evangelizar-nos, tendo como fonte de vida, dentro de nós, os ensinamentos de Cristo.
Com amor e tolerância, fica fácil a reflexão. As mudanças dos nossos pensamentos com relação as pessoas que nos cercam, apaziguando, tanto quando possível, nosso ânimo, tornando-nos mansos e prudentes, calmos e compreensivos, fraternos e benevolentes para com tudo e todos.
A Terra passa por momentos decisivos, e quanto mais nos envolvermos neste clima pesado de falta de compreensão, desamor, intolerância, injustiça, mais iremos afundar no lamaçal de nós mesmos, dando ensejo a que o passado primitivo sempre venha à tona em nós.
Devemos nos renovar para sair deste círculo vicioso, já, desde o seio da nossa família, e nos tornarmos cidadãos úteis, cientes de nossos deveres, justos e compreensivos, embora o mundo esteja ao contrário, criando, assim, para os nossos filhos, a base para que, com segurança e amor, irão vencer estes empecilhos.
Já está na hora da família se unir, para entrar na Era da Regeneração, modificando a Terra, enchendo-a de fluidos leves e energias positivas, construindo um alicerce seguro, implantando o Amor e a Paz no coração daqueles que viverão no século seguinte; e eles, nossos filhos, por terem bases sólidas, implantarão também essas raízes de bem, verdade, amor familiar, em seus descendentes e, quem sabe?… nós mesmos tornaremos à Terra e receberemos todo o carinho, aprendizado e o amor que plantamos hoje em nossos próprios filhos, em um Lar onde os problemas existem, mais reinam a tolerância, o diálogo e afeto. E quem sabe poderemos voltar à carne na condição de neto ou bisneto deles?!…
Pensemos com mais responsabilidade o futuro de nossas famílias, de nossos lares, e façamos de tudo para nos melhorarmos, através da vivência do Bem, da prática do amor, exercitando a fé, a esperança e aumentando a confiança em Deus e nos ensinamentos de Jesus.
As fortes provas, entedei-me bem, são quase sempre o indício de um fim de sofrimento e de um aperfeiçoamentos do Espírito, quando são aceitas por amor a Deus. É um momento supremo, e nele sobretudo, importa não falir murmurando, se não se quer perder-lhe o fruto e ter de recomeçar.
De todas as provas, as mais penosas são as que afetam o coração; Alguém suporta com coragem a miséria e as privações materiais, mas sucumbe ao peso dos desgostos domésticos, esmagado pela ingratidão dos seus.
Por maiores que sejam os compromissos que te prendam a obrigações dilatadas, na esfera dos negócios ou na vida social, consagrarás a família as atenções nescessárias.
Lembra-te de que o Lar não é tão somente o refúgio que o arquiteto te planejou, baseando estudos e cálculos nos recursos do solo. Encontrarás nele o templo de corações em que as Leis de Deus te situam transitoriamente o Espírito, a fim de que aprendas as ciências da alma no internato doméstico.
Já é hora de resgatarmos o verdadeiro sentido da união entre seres, pois Família, Lar e Filhos, não são conceitos ultrapassados que devemos esquecer, porque vivemos em um mundo moderno, e isso pode estar fora de moda, para muitos pseudo-moderninhos, mas as verdadeiras bases, encontramos juntos em nosso Lar.
Pensemos nisso.
Adorei esse post!
Acho que temos que acreditar mais em Família e em Deus!
Mudanças são sempre necessárias, pois quen não está disposto a se encarar de frente no espelho, sempre vai fugir de suas reformas íntimas!
Muito espiritualizado seu texto, precisamos de pessoas que pensam e agem desta forma!
Meus sinceros parabéns.
Roberto Soares
Olá amigo!
Estava a procura de consolo pela net, quando em uma pesquisa me deparei com seu site!
Suas palavras tocaram profundamente meu coração.
Vou repensar minha separação, e valorizar mais minha familia, procurarei fazer uma reforma intima, e a ser mais tolerante com meu marido e com meus filhinhos.
Seu texto é altamente elevado, e me fez encher os olhos de lágrimas.
Longe de ser um site de alto-ajuda, faz renascer dentro de nós o amor que pensamos estar destruido.
obrigada,
Que Deus te ilumine.
Mary
Olá,
Você realmente acredita que essas fórmulas mágicas podem funcionar?
Se tiver coragem me responda esse post por email, pois você está quase me convencendo de que é possível restituirmos esses sentimentos dentro de nós. Venho acompanhando seu site há alguns dias e você tem me supreendido com suas palavas.
Gostaria que me mandasse um email com suas considerações, aí poderia expor o que me angustia.
Parabéns pelo trabalho, me abro para poder viver um pouco dessas palavras.
Martha