Estou empolgado com o tema do post de hoje. O primeiro tem que demonstrar todo o pensamento e a finalidade deste blog. Acho que concordam comigo, que é meio ridículo e longo designar um mês como o Mês da Criança. Tenho visto a mídia bombardear nossos pequenos, levando todos ao consumismo desenfreado. Todo ano deveria ser um Ano da Criança, e já está na hora de se reconhecer isso. Talvez isso possa dar um início à coisa e possamos agir juntos para reconhecermos que as crianças precisam urgentemente de nós É sobre o conceito da criança, a Criança de Amanhã: Entusiasta ou Perdedora, que quero lhes falar.
Somos todos crianças, mesmo que a maioria de nós tenha se esquecido disso. Acho que seria bom se conseguíssemos voltar a ter contato com o que eram as coisas no princípio desse processo, quando estávamos todos começando a conhecer o mundo pelo método “Braille” (pelo toque). Ver a primeira árvore. Cada um de nós teve de passar pelo processo demorado e ainda estamos metidos nele, ou espero estarmos. Ainda estamos descobrindo o mundo pelo processo Braille. Não nos basta ver a árvore, temos de trepar nela, queremos cheirá-la, queremos abraçá-la, queremos prová-la, queremos mastigá-la, queremos experimentá-la de verdade. E é isso que dá à vida a sua maravilha e sua magia.
“Ser criança. Ser tão pequeno que se pode ser carregado, ser movido de um lado para outro, à vontade dos outros. Ser alimentado ou não. Ser limpo, ou ficar sujo. Fazerem-nos felizes ou nos deixarem chorando. É certamente uma indignidade tão grande que não é surpresa que alguns de nós nunca se recuperem disso. Pois certamente um dos medos básicos da pessoa humana é não ser tratada como pessoa, e sim como coisa. Manipulados, movidos por forças impessoais, tratados como sem importância pelos poderosos e superiores. Cada um de nós pode ser um pequenino átomo num universo enorme, mas precisamos da ilusão de que contamos – que a nossa individualidade exige atenção. Podermos ser totalmente desrespeitados como pessoa é um tipo de morte em vida, contra a qual somos levados a lutar com toda a nossa força.”
Creio que aquele de nós que pertencem à doutrina espírita sabem, talvez mais do que qualquer outro, como é difícil encontrar o próprio ser, conservá-lo e ser capaz de se levantar e dizer não “Eu Sou”, e sim “Estou-me Tornando’’, pois, na verdade, em tantos sentidos, nós ainda nem sequer nascemos. E, ao que eu saiba, ainda não há ”Escola de Vida” e há muito poucos modelos, pessoas que possam realmente se levantar e dizer: “Estou-me tornando, eu sou”.
É maravilhoso. A vida é boa, o mundo é belo”.
Uma percepção me ocorre, “A Deus, por que não contamos às crianças?
E, sabem, repito isso: “Por que não contamos às Crianças? Por que não lhe contamos que elas têm escolha, que podem tornar-se entusiastas e não precisam se tornar perdedoras. Pois quando você olha em volta há uma porção de perdedores. Não sei o que vocês acham, mais eu fico apavorado ao ver que há, por ano, 34.000 suicídios bem-sucedidos no Brasil. As últimas estatísticas mostram que os crimes de violência aumentaram 14% em todo o país. O que aconteceu com as pessoas que antes conseguiam se casar e permanecer casadas, criando uma família durante 20, 30, 40, 50 anos? Qual a diferença que há? Bem, talvez a diferença seja que fomos todos criados em jardins murados. Fomos protegidos contra a vida. Não nos permitiram ver de que trata a vida, como se ela fosse feia e temível, e portanto temos de ser criados por trás de muros artificiais em jardins cheios de flores e maravilhas. Só na adolescência é que escalamos o muro, ávidos, e vemos que não temos os instrumentos com que sobreviver à realidade.
Não queremos sofrer dores, de modo que tomamos comprimidos, tomamos medicamentos, ficamos aturdidos, ficamos bêbados. Temos medo de viver, mas temos ainda mais medo de morrer. Culpamos o passado, adoramos culpar o passado, e gostamos de culpar todos do passado, mas somos impotentes para fazer alguma coisa quanto ao presente e ao futuro. Desconfiamos dos outros, mas acima de tudo desconfiamos de nós mesmos. Nós nos esquecemos de escutar as nossas vozes. Somos incongruentes com o que parte de nós. Sentimos falta do presente. Deixamos que se vá. Não sabemos que temos escolha e que podemos escolher a alegria. Falta-nos um propósito e não compreendemos bem de que trata a vida. Nunca nos perguntamos: “O que estou fazendo aqui?” Será que o seu papel aqui é só ocupar lugar?
Passei algum tempo perdido, vagava sem rumo e me queixava o tempo todo da vida. Na minha loucura, perdi a fé e minha individualidade. Cheguei ao desespero de pensar em suicídio! Quando de repente, como uma sobrecarga perceptual, vi todas as coisas que há a ver na vida! Vi sofrimento no mundo! Desespero, vi crianças passando fome, vi gente com ar de desespero, via alegria, vi êxtase. Sim, vi o êxtase. Vi flores e danças e a beleza da morte. Demorei 38 anos de vida só para começar a aprender o sentido da vida.
E é isso que digo quando afirmo que negamos a vida às crianças. Esperamos até a idade madura para lhes ensinar a respeito da morte. Levamos as crianças a crerem que a vida é de fato um mar de rosas. Que decepção, quando elas descobrem que não é. Nós todos permitimos que as crianças pensem que somos perfeitos, e que experiência arrasadora quando descobrem que não somos. O que é que há de errado no conceito de ensinar a humanidade sendo-se humano?
Mas, antes de podermos ensinar a vida às crianças, temos que reaprender a simplesmente conversar com elas. Eu gostaria de escrever um livro intitulado “Como Conversar com as Crianças”, pois só o que vejo, entre adultos e crianças, é que falamos para elas, estamos sempre falando através delas ou além delas. Nunca nos comunicamos com elas. A fim de nos comunicarmos realmente com os garotos, temos que nos exercitar em flexões de joelhos. Temos que nos abaixar, para estarmos cara a cara com elas. Temos que tentar entrar no mundo delas e deixar de lhes falar sobre o nosso. Escutem o que elas dizem. Peçam que elas contem o que vêem, sentem e ouvem, porque, para sua surpresa, elas poderão lhes ensinar alguma coisa. Pode levá-los de volta à parte do assombro que era seu e de que se esqueceram.
Sabem o que descobri nesses últimos meses? Estou mais interessado em desaprender do que aprender. Estou tendo que desaprender todo o lixo que as pessoas depositaram sobre mim. E vocês estão no mesmo processo. E com cada porção de lixo que me livro torno-me mais livre; e quanto mais livre eu me tornar mais me posso tornar alguma coisa para vocês.
Ando por aí observando o mundo, e o que tenho visto não tem me agradado, parece que ficamos estagnados, não conseguimos nos desenvolver em nada, ainda vejo professores gritando com nossas crianças: “Não vamos sair dessa classe até a fila estar reta”. Formidável! Não se pode aprender nada, mas é bom o raio da fila estar reta. “Ora Joãozinho, por que foi fazer isso?” Pelo amor de Deus, levamos a vida toda para poder responder essa pergunta! O que se supõe que Joãozinho diga? “Não sei”. Alguém jamais lhe perguntou por que você fez alguma coisa? Qual seria a sua resposta? Meios inacreditáveis de se comunicarem com as crianças!
“Uma criança tem direito a receber mensagens sãs dos adultos. O modo como pais e professores falam com as crianças lhes ajudará a saberem como devem sentir-se quanto a si mesmos. As declarações deles afetam a auto-estima e o autovalor da criança. Em grande parte, a linguagem deles determina o destino delas. Pais e professores devem eliminar a insanidade tão insidiosamente oculta em sua linguagem de todo o dia. As mensagens que dizem às crianças para não confiar em sua percepção, negar seus sentimentos e duvidar de seu próprio valor. A conversas dita “normal” que prevalece deixa as crianças alucinadas. Culpar e envergonhar as crianças, pregar e passar sermões, mandar e tiranizar, advertir e acusar, ridicularizar e menosprezar, ameaçar e subornar, diagnosticar e prognosticar – essas técnicas brutalizam, vulgarizam, e desumanizam as crianças. A sanidade só aparece quando confiamos na nossa própria realidade íntima e essa confiança só se aprende pelo processo da verdadeira comunicação.
A comunicação do respeito e do amor.”
O que é que a criança precisa saber? Gostaria de partilhar com vocês algumas coisas que considero essenciais para fazermos as crianças saberem. A primeira coisa é começar bem cedo a fazer as crianças conhecerem suas minas de ouro maravilhosas da imaginação, que só são delas. Temos de convencê-las de que, em toda a criação, elas são únicas “elas”. Acho que alguns de nós nos esquecemos disso.
Uma das coisas sobre nossa sociedade, eu acho, é que nos sentimos mais à vontade quando podemos colocar todo mundo num molde. Vocês não devem ser moldados! Vejam os rostos das crianças. Nunca vi dois que fossem iguais, nem de longe, e gosto disso. Gosto de pensar que elas são aquela combinações que nunca mais tornará a acontecer na história das criaturas humanas. Quando a gente sente isso, sente um pouco de orgulho. E no que diz respeito ao significado implícito nisso, vocês acham que elas são estão aqui à toa? Toda essa singularidade é delas à toa? Sabe, gosto de ver o mundo como uma tapeçaria gigantesca, e cada um de nós tendo a responsabilidade de preencher um setorzinho, e, se não assumirmos essa responsabilidade e realizarmos essa responsabilidade, essa tapeçaria será sempre menos do que poderia ter sido se nós estaremos piores, por isso. Não quero que você seja “eu”. Deus sabe que basta um “eu”. Nem gosto do conceito de “Acompanhe o Guru”. Se você quiser perder você, siga-me. Quando você me segue, isso o leva a mim, e você vai se perder! Meu conceito é “Siga Você”, pois quando você segue você e alcança aquela essência de você, e eu alcanço essa essência em mim, então um dia, nós nos tornaremos um, e não alienados um do outro.
Então, temos que ensinar as crianças que elas são singulares, em todo o mundo. Temos de mostrar-lhes que elas sempre serão melhores “elas”. E isso é difícil, pois custamos a acreditar nisso. Ninguém nos vê, nem nos toca.
Temos que fazer as crianças compreenderem que elas não só tem essa singularidade incrível, como ainda têm uma coisa de que às vezes nos esquecemos. Elas são também a potencialidade. São muito mais não descobertas do que descobertas. E é aí que está o assombro. Não importa onde estejam, estão apenas começando e a grande e mágica viagem da vida está desencavando tudo e descobrindo o você maravilhoso.
Só há pouco tempo comecei a compreender o que significa as palavras que alguém me disse, há muitos anos: “Em minha casa há muitos quartos”. Isso porque eu antes pensava que minha casa era composta de uma sala enorme e confortável. Isso era bom. Estava bem arrumada e limpa e em ordem. E naquela sala aconteciam coisas. Lá eu podia receber e viver, podia fazer coisas boas. Mas um dia ocorreu-me que tudo naquela sala era alguma coisa que alguém me ajudara a pôr lá. Eu tinha tido muitos decoradores decorando aquela sala. Mas, de repente, notei que naquela sala havia muitas portas. Um dia enlouqueci de vez Abri uma das portas. E vi um quarto escuro, úmido, cheio de teias de aranha. Aquilo me assustou e o meu impulso foi tornar a fechar a porta. Depois reconheci que aquele quarto também fazia parte da minha casa; portanto, era meu dever limpá-lo, mobiliá-lo e viver nele. Assim mergulhei naquele quarto, e isso fez uma diferença enorme. Hoje é um belo quarto, arejado, e tenho pelo menos dois quartos para convidar as pessoas de quem gosto. Aquele quarto tinha mais sete portas, e abria as sete portas. Uma me levou a musica, a outra à arte, uma ao amor, uma à beleza, uma à alegria e agora tenho uma porção de quartos e cada um desses quartos tem sete portas. Não tem fim! Ninguém jamais conseguiu ir ao fim dos quartos de sua casa. Podemos continuar para sempre.
Sabem o que é que realmente me espanta? Somos as únicas criaturas vivas que podem pensar sobre o pensamento. Podemos usar símbolos simbólicos para pensar sobre o pensamento. Podemos analisar sonhar, criar em nossas mentes. É isso que significa ser humano e que, portanto, lhe deve dar uma sensação tremenda de assombro e magia.
Acho que, se eu pudesse ter um único desejo na vida, seria devolver “você” a “você”. Não em termos de egocentrismo, mas em termos do fato de que você sabe que pode se tornar essa pessoa – você – a pessoa mais maravilhosa, mais notável, mais franca, mais bela, mais criativa do mundo. Não para se guardar, mas para dar, pois você só pode dar aos outros aquilo que possui. Se você é ignorante, ensina a sua ignorância; portanto, tem que trabalhar para sua sabedoria. Se estiver acorrentado, ensinará seu preconceito e, portanto, tem que trabalhar pela sua liberdade pessoal. Tudo parte de você. Se eu faço alguma coisa por mim, faço-o por você. Quanto mais próximo eu chego de me amar, mais amor terei para lhe dar. Acho que temos que dizer isso cedo às crianças.
Depois, acho que temos que dizer às crianças que também há outros presentes. Isso pode parecer meio esquisito, mas ainda num outro dia descobri um fato muito espantoso: não há mais lugar na face da terra que não possamos chegar, mesmos os lugares mais afastados, em no máximo em 23 horas. Isso nos torna vizinhos. Antes, povos que estavam tão longe podiam ser esquecidos. E eram mesmo. Não há mais muralhas. São facilmente escaladas ou bombardeadas.
Há pouco tempo, numa universidade de Santos no litoral paulista, houve uma interessante experiência sociológica, em que os estudantes partilhavam e davam. Pediram a cada estudante que levasse uma moeda de um real. Disseram: “As pessoas estão morrendo de fome na África. Há uma peste e estão realmente necessitadas de ajuda. Se você acha que gostaria de ajudar, ponha a moeda num envelope e escreva “África”. A África fica muito longe. Há uma família numa favela local que está mesmo precisando de comida para poder viver. Se quiser ajudar escreva no envelope e escreva “Família Pobre”. Como sabem, não temos uma máquina de Xérox na universidade e precisamos de uma para aqueles que precisam copiar trabalhos e manuscritos, e torná-los de fácil acesso. Se quiser ajudar a comprar uma máquina de Xérox, ponha sua moeda num envelope e escreva “Xérox”. Pois 80% do dinheiro foi para a compra da máquina de Xérox!
Nós deixamos de nos interessar. Formamos nucleozinhos apertados. Dizemos: “São com essas coisas que preciso me preocupar. “Não é da minha conta o que se passa lá”. Acho que você chega a se realizar quando reconhece que nem uma folha cai sem afetá-lo, de algum modo. Não há mais lugares onde as pessoas se escondam! O patrão grita com você. Você vai para casa e grita com o marido, ou mulher. O marido, ou mulher, bate no filho. O filho chuta o cão, que morde o gato, que urina no tapete. Onde começou? Preciso de vocês, e é bom voltarmos à associação de grupo, para podermos ceder um pouco a fim de poder receber. Temos que voltar a confiar, a acreditar e trabalhar juntos de novo.
Precisa-se de dois para ver um. Quer saber quem você é? Olhe para os olhos das pessoas à sua volta, que o amam. São as únicas pessoas que ousarão lhe dizer que você está com o nariz sujo de terra. Todos os outros no mundo vão deixá-lo passar o dia todo com terra no nariz. A pessoa que o ama vai dizer: “Hei, bem, você está com terra no nariz”.
Depois acho que devemos contar às crianças sobre a morte, e deixar de protegê-las e dar conceitos de que somos imortais. Agimos como se julgássemos que fôssemos. Freud disse muita coisa boa e uma coisa que ele disse foi que muitos de nossos problemas e incapacidade de viver surgem da crença de que nunca morreremos. Pensamos que temos para sempre. Se você pensar a respeito, em seu íntimo, sempre pensa que é o outro que vai morrer e não você. Pois bem, tenho novidades para vocês. Vamos todos morrer! É a coisa mais democrática que já aconteceu. Seja quem você for por ilustre que seja, por mais diplomas que tenha, por mais que tenha estragado sua vida, por mais bela que tenha tornado sua vida, você vai morrer. Mas por que ter medo disso? Você só teme a morte quando não está vivendo. Está-se envolvido no processo de caridade, fraternidade e amor universal, não vai gritar nem gemer. Se você tratou bem as pessoas quando elas estavam vivas, não vai se jogar sobre os caixões delas gritando: “Não se vá, não vá!” Pelo amor de Deus! Nem sequer deixamos as pessoas morrerem com dignidade. Deixamos que morram culpadas, gritando: “Ah, por favor, não morra”.
Que estranho conceito temos da morte. Não queremos levar as crianças aos enterros. Alguns de vocês hão de se lembrar de que tínhamos velórios e alguns eram mandados olhar para o vovô, para se despedir. A alguns de vocês explicavam que tudo morre como morrem as flores no inverno, e depois tornam a crescer. A morte é um processo contínuo e belo da “vida”. Depois que você a viu, não a teme mais. A morte é uma boa amiga, pois diz que não temos para sempre e temos que viver agora; assim, vocês vêem como cada minuto é precioso. Nós lemos isso e dizemos: “Ah, sim é muito verdadeiro”. Mas vivemos assim? Como é bom estar com o momento quando você vê uma flor. Quando alguém está falando com você, pelo amor de Deus, escute e não olhe por cima do ombro para ver o que mais se está passando.
A morte nos ensina se quisermos ouvir que o momento é agora. É este momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que você ama. A morte nos ensina a alegria do momento. Ensina que não temos a eternidade nesta existência. Ensina que nada é permanente. Ensina-nos a deixar as coisas, que não há nada a que você possa se agarrar. E nos diz para deixar as expectativas e deixar que o amanhã conte sua história, pois ninguém sabe se chegará em casa hoje. Para mim, isso é um desafio tremendo. A morte diz: “Viva agora”. Vamos dizer isso às crianças.
A última coisa que quero partilhar com as crianças é que a vida não é só dor, sofrimento e desespero, conforme se ouve no noticiário das 20:00 e se lê nos jornais. Essas são as coisas que são notícia. O que não ouvimos são as coisas maravilhosas, divertidas, grandiosas e fantásticas que também estão acontecendo. De algum modo temos que transmitir isso também às crianças. Para poder fazer isso, você terá que se pôr em contato novamente com a sua própria alegria e loucura. Estamos todos loucos! E, se você não acredita, é mais louco do que a maioria. O tédio provém da rotina. A alegria, o assombro, o êxtase surgem da surpresa. A rotina ao tédio, e se você está estressado, você é o estresse em pessoa. E se pergunta por que as pessoas não querem estar com você! Podemos escolher. Temos opções. Você pode escolher como deseja viver sua vida. Pode escolher alegria, a liberdade, a criatividade, a surpresa, ou a apatia e o tédio. E pode fazer a escolha agora mesmo!
Isso é uma coisa de que realmente gosto e resume tudo:
“Assim é que a criança aprende, captando as habilidades pelos dedos das mãos e dos pés, para dentro de si. Absorvendo hábitos e atitudes dos que rodeiam, empurrando e puxando o seu próprio mundo. Assim a criança aprende, mais por experiência do que por erro, mais por prazer do que pelo sofrimento, mais pela experiência do que pela sugestão e a dissertação, e mais por sugestão do que direção. E assim a criança aprende pela afeição, pelo amor, pela paciência, pela compreensão, por entender, por fazer e por ser. Dia a dia a criança passa, a saber, um pouco do que você sabe um pouco mais do que você pensa e entende. Aquilo que você sonha e crê é, na verdade, o que essa criança está se tornando. Se você percebe confusa ou claramente, se pensa nebulosa ou agudamente, se acredita tola ou sabiamente, se sonha sonhos sem graça, ou dourados, se mente ou diz a verdade, é assim que a criança aprende”.
Temos de dizer às crianças que elas têm escolha de se tornarem entusiastas ou perdedoras. Pois não encontrar o amor e a caridade é não encontrar a verdadeira vida.
“Há a terra dos vivos e a terra dos mortos, e a ponte é o amor, caridade e fraternidade. A única sobrevivência e o único significado”.
Contemos isso as crianças, e não nos esqueçamos que somos crianças também nesse mundo de transição!
Adorei o blog e tenho certeza de que sou a primeira de milhares de leitores. Ele já faz parte dos meus favoritos.
Te desejo muito sucesso !
Olá meu irmão,
sei que chego um pouco tarde, mas estou aqui para parabeniza-lo pelo excelente trabalho e pela dedicação na divulgação de tão nobre essência (O Evangelho, A Caridade, O Amor ao Próximo,…).
Tenha certeza, que estarei sempre ao seu lado, não só apoiando e ajudando no que for possível e necessário, mas também cobrando.
Um abraço afetuoso e energético desse seu irmão desta e de outras com certeza.
XUXEXXO!!!!!!!!!!!!!
Sidinei Arlindo