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O Amor

O amor é uma energia que corre em liberdade em todo o Universo

O amor chega desde o centro universal, até ao centro interno de cada um. É o caminho mais genuíno para o nosso crescimento interior

Desde o amor sem condicionalismos nem expectativas, as almas estão sarando, velhas feridas de solidão e abandonos, estão criando um estado interior mais pleno e seguro.

O amor é que nos proporciona a alegria de viver, é o sal da vida!

Amar não é atrair ou sofrer, amar é expandir nossa própria consciência.

Amar é estar por cima de separação, da dualidade do amor e do medo.

O amor só exige, para que cresça, e se aperfeiçoe, que a pessoa se entregue a ele totalmente siga em frente, seja qual for a forma que adote, cada vez com um maior desejo de aproximação de compreensão, de identificação.

Então produzir a abertura total a partir do interior, de modo que o amor atinja a sua própria maturação, se convertendo em fruto. Assim o amor é a raiz, os ramos as folhas, a flor e o fruto, como diversas fases do mesmo processo do amor.

O amor deverá ser alimentado não em função da pessoa mas do próprio amor que se dedica. Amar pelo mesmo fato de amar e não pelas qualidades boas ou más que possamos ver nos demais…

A nossa paz somente é atingida com a plenitude de nossa entrega.

Entregar totalmente significa nos abrir interiormente e só vivendo desse modo se tomará consciência da própria plenitude. Só saindo de nós mesmos se deixará o vazio interior para a consciência da plenitude da vida autentica do espírito.

Com o amor encontraremos o caminho de nos aproximarmos das demais pessoas, mas de dentro, a partir do seu interior, pois o amor é realmente o nosso contato com as pessoas.

Cultivar o amor é nos aproximarmos do interior das pessoas, ou seja da sua verdade, da sua razão de ser, da sua verdadeira e profunda motivação  através de Deus.

A vida espiritual só começa quando se descobre que Deus é  mais importante, e Ele é em cada momento…

Amar é ter um grande interesse de que as pessoas amadas vivam despertas interiormente, de que se cerquem de Deus interiormente, de que vivam em comunhão com a fonte de vida.

O amor busca a realização do que trazemos dentro de nós a plenitude de consciência, chegar a realizar esta consciência de unidade que é expressão da unidade do Criador. Trata-se de viver centrados neste amor, sem nunca nos agarrarmos à forma.

O amor não se pode medir pela sua intensidade, porque esta depende só da carga energética que leva. O que dá qualidade ao amor é a sua profundidade, ou seja o centro de que procede.

Se estou em amor, estou em prece.

Se estou em alegria, estou em prece.

Se estou em paz ,estou em prece.

Se estou em silêncio, estou em prece.

Se estou em agradecimento, estou em prece.

E quando estou em prece , estou comigo.

E quando estou comigo, estou com Deus.

E quando estou com Deus.

Não mais tenho medo.

Não mais tenho duvida.

Não mais me sinto só.

Como a prece me enaltece.

Como a prece me enobrece.

Como a prece me fortalece.

Quando estou em prece,

Meu Ser canta,

Meu Ser dança e volta a ser criança,

Volta a sorrir,

Volta a florir a esperança,

De um mundo bem melhor.

Onde o amor, reina e é Senhor.

Transformando a dor , na mais bela flor.

Transformado prisioneiros , em pássaros verdadeiros.

Transformando corações perdidos , em jardins floridos.

Quando estou em prece,

Não existe tempo,

Não existe movimento.

Apenas estar , em todo o lugar , em cada respirar.

Apenas silêncio.

Apenas agradecimento…

Pai,

Abre as comportas de meu coração,

Clareia minha razão,

Que minha vida, seja verdadeira.

Que meus olhos, sejam Vossos olhos,

Que meus ouvidos, sejam Vossos ouvidos,

Que minha boca, seja Vossa boca,

Senhor, Que minhas mãos, sejam Vossas mãos,

Que meus pés, sejam Vossos pés.

Guiando meus passos em Vossa direção.

Que assim seja.

O sentimento de vazio existencial que as vezes toma conta de nós, por muitas vezes é o caminho para avaliarmos nossas projeções interiores, nossas dimensões, para alcançarmos a tão sonhada autorrealização, e podermos crescer diante de nossa história escrita por nossas próprias mãos!

Para isso, precisamos de “coragem”.

Coragem para aproveitar as oportunidades evolutivas, aperfeiçoando nossas percepções dos fenômenos que ocorrem diariamente, pois tudo passa por nosso crivo pessoal.

Coragem para compreender as provas e as adversidades, as nossas dores e sofrimentos.

Coragem de deixarmos a nossa autopiedade, pois nossos problemas não são maiores que os de ninguém, e Deus não castiga ninguém. Não existe castigo divino, má-sorte ou injustiça divina; existe nossa conciência nos revelando novos aprendizados.

Coragem de desistir do caminho revolta e da resistência e, ao mesmo tempo tornar-mos humildes e receptivos aos aprendizados que surgem a cada dia, com a compreenção vivida a cada dia.

Coragem de amar a si mesmo, apesar das limitações, imperfeições das quedas e decepções, sempre podemos recomeçar.

Coragem de amar o próximo, apesar das diferenças, desilusões, incompreensões e injustiças.

Coragem de respeitar o momento evolutivo do próximo, ainda que discordemos de suas escolhas e decisões e opiniões, pois somos diamantes brutos, e somente com a prática da convivência é que poderemos nos polir.

Coragem de dar um passo adiante, inaugurando um novo ciclo de aprendizado, com boa vontade e fé na humanidade, deixando as mágoas, a necessidade de vingança e pessimismo de lado.

Que possamos nos dedicar ao autoconhecimento e ao trabalho, a nossa reforma íntima, em benefício do mundo coletivo, semeando assim nosso futuro de amor e caridade na humanidade, nesta e em novas jornadas evolutivas no plano físico.

Que tenhamos coragem para termos: “olhos para ver, e ouvidos para ouvir”, mais que isso: “Coração para sentir, e não deixar nossas almas se empobrecerem pelas verdades parciais”.

Coragem para pensar, refeltir, fazer escolhas, acertar, errar procurando acertar, caminhar e principalmente, Amar a si mesmo e respeitar a Luz Divina que molda nossa consciência moral, que as vezes deixamos de ouví-la.

Que possamos ter coragem para perceber as adversidades, e nos beneficiar com essas mudanças de foco, em favor de nossa evolução moral e espiritual. Dessa forma alcançaremos nosso sonhado crescimento íntimo. Compreendendo os motivos de nossa participação nas tarefas do dia-a-dia, em nossos lares, trabalho e da sociedade em geral, nos fazendo sempre a mesma pergunta: “O que tenho a aprender? O que tenho a ensinar?”

A vida é uma estrada de duas mãos, que de modo consciente ou não, recebemos e realizamos doações, aprendemos e ensinamos.

Por ultimo, coragem para nos desapegarmos; não é facíl nos libertarmos desse sentimento que nos aprisiona por muitas encarnações, expiações e resgates. Ter coragem de desapegar dói demais, mas é possível.

Devemos aprender a fechar oas ciclos da vida!

Não devemos nos aprisionar ao verbo “ter”. Se não abrimos mão do que é velho, não haverá espaço para o novo. Praticar o desapego é abrir mão da vontade de dominar, possuir e manipular seres, situações e “verdades” que a vida nos ofereçe.

Nossa evolução moral e espiritual, exige o desapego de tudo e todos. Vamos amar os seres da criação incondicionamente, mas vamos libertar nossos espíritos para que eles sigam o fluxo divino que Deus nos preparou.

“A coragem é consequencia natural e legítima da fé, abastecida pela resistência do amor”.

“Se queres paz em Deus, desapega-te e ama”.

Tenhamos, fé. Fidelidade à Luz que nasce em nosso íntimo. Consciência de que: “para sermos anjos, necessitamos de duas asas de proporções similares. A asa do conhecimento, pois sem ela seremos cegos na imensidão de nossa existência, e a asa do amor, que é fonte irradiadora de sensibilidade e aproximação de nós mesmos e de toda a humanidade que se aproxima de nós.”

Tenhamos “Coragem de Amar.”

Sabemos que as lembranças não são iguais.

Enquanto algumas são vagas recordações de eventos, outras nos prendem no passado.

Quando ficamos magoados com alguém, as tintas escuras e densas dessa experiência nos mantêm algemados ao passado, prejudicando todo o nossos centros energéticos, que dificultam o fluir de energias que nos harmonizam para o viver do instante presente, a retenção de mágoa é uma via para o desequilíbrio.

Abaixo quarto passos para o perdão, que é encadeado por ações que podem ser realizadas, conforme a possibilidade pessoal daquele que foi ferido ou ofendido:

1) renuncie – deixe de lado;

2) contenha-se – abstenha-se de punir;

3) esqueça – afaste da lembrança, recuse-se a insistir; e

4) perdoe – abandone a dívida.

O perdão envolve mente e coração, pois a libertação da mágoa não se dá apenas no nível intelectual, mas está associada também aos campos físico-emocional-espiritual.

Com efeito, quando perdoamos, sentimos o corpo relaxado e não mais tomado pela contração: um nítido sinal de que alguma coisa se expurgou do campo individual, libertando-nos de um peso de memória que gravitava em nosso corpo como um objeto estranho e contaminado.

O crescimento da consciência é um processo de movimento espiral e envolve, no geral, paciência e um querer obstinado. Dar atenção à saúde significa cuidar da profunda aflição de que às vezes padecemos por conta do outro, que nos feriu ou nos atingiu de alguma forma pouca amorosa ou cordial.

E, nessas horas, no lugar da retenção em um quadro de memória dolorosa, podemos assumir a responsabilidade pessoal pelo nosso equilíbrio, largamente associado à atitude do perdão, e autoperdão, reiterado. Com sabedoria.

Sócrates afirmou:

“Que os seres humanos não fariam o mal se efetivamente o compreendessem como mal; se o fazem é porque não entendem realmente o bem, pois é o bem que inspira a saúde da alma.”

CEVILD

Olá amigos.
Gostaria de convidar todos os leitores à acessar o blog de nossa casa de caridade.
Muitos me perguntam sobre os trabalhos desenvolvidos no CEVILD, e principalmente sobre a terapia do passe da “Dona Maria Modesto Cravo”, que é mentora desse trabalho.
Criamos um blog informativo onde poderemos tirar duvidas e informar a agenda de cursos e trabalhos de nossa casa de caridade.
Convido todos vocês à visitar nossa casa, às segundas e terças, eu e Camila Soares fazemos palestras sobre “Dona Modesta”, com lindas mensagens do irmão José Tadeu, onde falamos sobre os ensinamentos de nosso Mestre Jesus e seu evangelho, resaltando a importância dos verdadeiros resgates morais, espirituais e familiares.
acesse: http://CEVILD.wordpress.com
Lá você encontrará o endereço de nossa casa de caridade, localização, telefones de contato e muito mais.
Abraços fraternais.
Julian Cezare

Ser Espiritual

Ser espiritual é Amar a Vida e manifestar o melhor de Nós, a nossa Luz, no momento presente, em harmonia.

É sermos em uníssono um cântico de Amor que inunda a Vida de Luz até que toda a escuridão seja eliminada.

Ser espiritual é Amar em Simplicidade rumo a Caridade e Fraternidade.

Em nós vive os Germens da Luz Original, do Amor Universal.

Nós todos estamos condenados à Luz.

Até as trevas regressarão à Luz…

Com todo o respeito por todos os credos e religiões do mundo, e sem querer generalizar, porque existem exceções, na humanidade em que vivo há uns bons anos, enquanto ser humano, verifico que somos um coletivo estigmatizado muitas vezes por um sofrimento mental, por ensinamentos que incultam o medo e a culpa em nós, por pessoas que plantam o pior de nos, fazendo florescer o nosso pior, e temos dificuldade em sermos verdadeiramente responsáveis em Espiritualidade.

Construímos e instalamos no coletivo uma onda de cisão em que o significado da existência fixa-se pela superfície adornada de pura materialidade. Em poucas palavras, perdemos a Esperança e a Fé na Luz que Somos.

E o pior, o medo, a inércia, a falta de coragem e o receio do que o vizinho irá pensar de nós, golpeia de forma contundente cada minuto de vida que nos foi dado para sermos Espirituais em Amor Profundo no Mundo.

Muitos de nós estão cansados, eu diria mesmo “muito cansados”, de conflitos segregativos!

Não queremos mais “sobreviver” regidos por conluios maquiavélicos e credos que não nos ensinam a respirar por nós próprios.

Queremos simplesmente “viver” neste mundo e partilhar equitativamente Sabedoria e Amor!

Estamos de passagem aqui e cada Um de Nós é Amado desde Sempre pela LUZ. Quando “recordarmos” que mesmo nos momentos de maior dificuldade há sempre a LUZ que nos Ama, com certeza dentro de Nós emergirá a Força de “Amor” necessária para prosseguirmos viagem…

O caráter imprevisível da vida é sempre experimentado em serenidade quando “Amamos” e nos deixamos “Amar”.

Quando me amei de verdade, deixei de me contentar com pouca coisa,

Quando me amei de verdade, tomei contato com a minha própria bondade.

Quando me amei de verdade, comecei a valorizar o dom da vida com a maior gratidão.

Quando me amei de verdade, pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo na hora certa. Então, pude relaxar.

Quando me amei de verdade, consegui moderar meu ritmo e minha pressa. E isso fez uma enorme diferença na minha vida.

Quando me amei de verdade,aprendi a gostar de estar sozinho, rodeado pelo silêncio, usufruindo sua magia, prestando atenção ao meu espaço interior.

Quando me amei de verdade, percebi que posso não ser uma pessoa especial, mas que sou único, sou indivíduo .

Quando me amei de verdade, reformulei meu conceito de sucesso e a vida ficou mais simples. Ah, quanto prazer isso me trouxe!

Quando me amei de verdade, entendi que sou digno de conhecer Deus diretamente.

Quando me amei de verdade, comecei a ver que não tinha que sair em busca da vida. Se eu ficar quieto e parado,pois a  vida está em mim.

Quando me amei de verdade, deixei de achar que a vida é dura.

Quando me amei de verdade, pude  ver que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha verdade.

Quando me amei de verdade, deixei o menino doce e levado dentro de mim pular do último trampolim da piscina.

Quando me amei de verdade, aprendi a satisfazer meus desejos, sem achar que era egoísmo.

Quando me amei de verdade, partes minhas que eu ignorava desistiram de disputar minha atenção. Foi o início da paz interior. Comecei então a ver tudo mais claro.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber que os desejos do coração acabam se realizando e passei a ter mais calma e paciência e exceto quando esqueço disso.

Quando me amei de verdade, desisti de ignorar ou de suportar meu sofrimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber todos os meus sentimentos, sem analisá-los. Sentindo-os de verdade. Quando faço isso, acontece uma coisa incrível. experimente. Você vai ver!

Quando me amei de verdade, meu coração se encheu de tanta ternura que pôde acolher tanto a alegria quanto a tristeza.

Quando me amei de verdade, comecei a meditar diariamente, e descobri que este é um ato de profundo amor por mim mesmo.

Quando me amei de verdade, sempre que fico ansioso, zangado, inquieto ou triste, pergunto a mim mesmo: “Quem, dentro de mim, está se sentindo assim? ”Se eu escutar com paciência, descubro quem é que precisa do meu amor.

Quando me amei de verdade, deixei de precisar das coisas materiais e das pessoas para me sentir seguro.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida  fosse diferente e comecei a verque tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Quando me amei de verdade, comecei a entender a complexidade, o mistério e a vastidão da minha alma. Que tolice pensar que posso conhecer o sentido da vida de alguém! Se não pude me conhecer plenamente e muito menos vencer a mim mesmo.

Quando me amei de verdade, desisti de projetar nos outros as minhas forças e fraquezas, e as guardei comigo.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber uma presença divina dentro de mim e a ouvir sua orientação. Estou aprendendo a confiar e a viver de acordo com ela.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar exausto por me empenhar tanto.

Quando me amei de verdade, comecei a sentir uma comunidade dentro de mim. Essa equipe interna, com múltiplos talentos e características próprias, é a minha força e o meu potencial. Fazemos reuniões de equipe.

Quando me amei de verdade, parei de me culpar pelas escolhas que fiz e que me faziam sentir seguro. Passei a me responsabilizar por elas.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma coisa ou alguém que ainda não está preparado. inclusive eu mesmo.

Quando me amei de verdade, passei a caminhar todos os dias, a usar a escada em vez do elevadore a escolher sempre o caminho mais bonito.

Quando me amei de verdade, passei a ser a minha própria autoridade, ouvindo a penas a sabedoria do meu coração. É assim que Deus fala comigo. Isso é o que se chama de intuição.

Quando me amei de verdade, comecei a sentir um grande alívio.

Quando me amei de verdade, o meu lado impulsivo aprendeu a esperar pelo momento certo. Então eu me tornei lúcido e corajoso.

Quando me amei de verdade, passei a aceitar o inaceitável.

Quando me amei de verdade, comecei a ver que o meu ego é parte da minha alma. Ao perceber isso, meu ego perdeu sua estridência e paranóia e pôde me servir melhor.

Quando me amei de verdade,passei a acordar muitas vezes no meio da noite ouvindo música dentro de mim.

Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Isso quer dizer: pessoas, tarefas, crenças e hábitos – qualquer coisa que me pusesse para baixo. Minha razão chamou isso de egoísmo. Mas hoje eu sei que é amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei o perfecionismo de lado- esse carrasco da alegria.

Quando me amei de verdade, consegui falar a verdade sobre meus talentos e minhas limitações.

Quando me amei de verdade, não fiquei tão preocupado em perdoar os outros. Me preocupei em me perdoar mais, a cada momento.

Quando me amei de verdade,consegui ter consciência, nos períodos de confusões, disputas ou desgostos, de que essas coisas também fazem parte de mim e merecem o meu amor.

Quando me amei de verdade, permiti que o meu coração se abrisse por inteiro e entendesse o sofrimento do mundo.

Quando me amei de verdade, consegui perceber Deus dentro de mim e ver Deus nos outros. Isso nos torna divinos! Você consegue fazer isso?

Quando me amei de verdade,comecei a escrever sobre o que eu vivia e o que eu pensava ,porque compreendi que era meu direito e minha responsabilidade. Afinal palavras são sementes a serem plantadas, e graças a Deus tenho muitas sementes.

Quando me amei de verdade, passei a saber qual era o meu objetivo e a me afastar suavemente das distrações.

Quando me amei de verdade, vi que tudo a que eu resistia persistia. Igual a uma criança pequena puxando a saia da mãe. Hoje, quando a resistência fica me puxando, eu olho para ela e a afasto gentilmente.

Quando me amei de verdade,a prendi a interromper o que estava fazendo, mesmo que por um segundo, para acolher e confortar a parte de mim que está assustada e com medo.

Quando me amei de verdade, aprendi a dizer não quando quero e a dizer sim quando quero.

Quando me amei de verdade, procuro me manter neutro, sem classificar as coisas de certas ou erradas. No início, chamei isso de indiferença; hoje percebo que a neutralidade nos faz ver tudo com mais clareza.

Quando me amei de verdade, passei a encontrar um prazer cada vez maior na solidão e a usufruir a inexplicável e profunda satisfação que sua companhia traz.

Quando me amei de verdade ,pude perceber como a vida é divertida, como eu sou divertido e como os outros podem ser divertidos.

Quando me amei de verdade ,confessei serenamente minha coragem e meu medo, minha ingenuidade e minha sabedoria, e arranjei um lugarzinho para cada um em volta da minha mesa.

Quando me amei de verdade, percebi que nunca estou só.

Quando me amei de verdade,deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer planos. Hoje faço o que acho certo e no meu próprio ritmo.Como isto é bom!

Quando me amei de verdade, parei de tentar impressionar meu irmão.

Quando me amei de verdade,desisti de tentar me livrar das vozes críticas da minha cabeça. Hoje digo sim: “obrigado pela sua opinião”, e elas se consideram ouvidas. Fim da discussão.

Quando me amei de verdade, deixei a parte de mim que ainda sente falta da minha “ex”  ficar triste, em vez de tentar fazê-la  desistir de amá-la.

Quando me amei de verdade,parei de procurar “especialistas”e comecei a viver a minha vida.

Quando me amei de verdade, descobri as lições que a minha raiva me dá sobre responsabilidade, e a minha arrogância, sobre humildade. Agora ouço as duas com muita atenção.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão,e com isso errei muito menos vezes.

Quando me amei de verdade, aprendi a chorar as dores da vida no momento em que elas acontecem, em vez de sobrecarregar meu coração arrastando-as por aí.

Quando me amei de verdade, perdoei-me por todas as veze sem que me acusei e me critiquei.

Quando me amei de verdade, senti uma grande paz dentro de mim. Foi bom. Muito bom.

Quando me amei de verdade, comecei a ouvir a sabedoria do meu corpo. Ele fala claramente através do cansaço, das sensações,das antipatias e dos desejos.

Quando me amei de verdade,deixei de ter medo do medo.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Hoje sei que estou preparado para amar novamente, pois me amo de verdade!

Inspirado em texto de Charles Chaplin

Obrigado amigo Tércio


Caminho

A humanidade tem vindo através dos tempos em busca de algo além do bem estar material, de uma verdade, de uma realidade, algo imperturbável pela própria sociedade.

A eterna pergunta acerca da finalidade da vida, assola as mentes que olham à volta e presenciam a confusão permanente das guerras, fomes, diferentes ideologias, religiões e lhes frustra o vislumbre de um futuro mais risonho.

Foi com base nesta pergunta e nesta frustração que se criou aquilo a que se chama fé, seja num ideal, num guru, num milagre de salvação, mas que irremediavelmente continua a gerar a violência.

Apesar disto, estabeleceram-se códigos de conduta, qualquer que seja a sociedade a que pertençamos, seguimos padrões que definem sobre o que é certo ou errado e nos tornamos robôs nos pensamentos, nas reações, nos relacionamentos. seguimos todos pelas mesmas regras e desgraçado daquele que ousar ser diferente.

As ideologias também impostas trouxeram palavras para nos fazerem acreditar que o caminho é por ali, é naquelas palavras que, aquela igreja, aquele culto, aquela seita, aquele guru proferem que temos que seguir. E nós, seres humanos, nos limitamos a seguir estas palavras, a viver vidas vazias, a ser manipulados pelas tendências externas, pelos ambientes, pelas outras pessoas. Nem sequer conseguimos ter uma ponta de originalidade em qualquer coisa que criemos.

Muitas destas ideologias asseguram que a obediência a estes padrões, ao controle dos nossos desejos, aliás, à castração dos nossos desejos, dos nossos impulsos sexuais e de qualquer prazer que daí obtenhamos, torturando a nossa própria natureza, nos fará alcançar o céu, o paraíso ou caso contrário o inferno… Enfim…

Por isto, o mundo aceita e segue o caminho tradicional. E não somos incapazes de perceber que esta é a razão principal da confusão existente dentro de si próprio, a busca da verdade prometida por outros, seguindo esses dogmas de uma vida espiritual confortável e com pouco esforço. Ora vejamos, temos consciência que rejeitamos as ditaduras políticas e as tiranias, no fundo aceitamos esta autoridade e, inclusive, permitimos que nos deforme a mente e a nossa própria vida. Por outro lado, se rejeitarmos a autoridade espiritual, cerimónias, dogmas, acabamos ficando sozinhos e em conflito com a sociedade (somos diferentes).

Aqui, com esta rejeição, e com consciência, com o sentimento de que esta era uma possibilidade imatura para se poder acompanhar, acabamos por conseguir libertar-nos do medo e passarmos a ser livres, com a consciência porém da perturbação que criaremos à nossa volta e mesmo dentro de nós, mas com a certeza de estarmos livres da teia em que estávamos enredados. Aqui aprendemos que não precisamos de buscar. Aprendemos que se buscamos, é porque estamos do lado de fora, de quem olha para uma vitrine. Quando começamos a nos entender a nos compreender, começamos a ganhar sabedoria.

E, agora, continuamos a olhar para a sociedade em que vivemos e questionamos sobre o que podemos fazer para mudar alguma coisa, começamos a ter consciência de que somos responsáveis pelo que se passa. Percebemos que o nosso mundo, a nossa vida feita de construções materiais, lutas aguerridas pela competição, pela necessidade de ser o melhor, a posição, o prestígio obtidos, representam agora mais uma dificuldade. Temos medo de abdicar disto, por outro lado, nada faz o mesmo sentido, temos medo do que temos e temos medo do que não temos, porque não conhecemos.

Aqui começa as nossas verdadeiras mudanças, deixamos de depender de outros, entendemos que já não nos baseamos numa autoridade. Verificamos que nós existimos, as nossas relações com os outros, e nada mais. E uma vez mais percebemos como somos responsáveis pelo mundo, pela nossa própria vida, pelo que pensamos, pelo que sentimos, pelos relacionamentos que temos, pela forma como agimos, e desaparece a autocompaixão. Já não culpamos mais os outros pelos atos proferidos, já não os culpamos tentando nos descartar da culpa, da nossa própria culpa, da nossa própria responsabilidade.

Então percebemos o seguinte, ao observar o que se passa na nossa vida interior, e exteriormente, começamos a tomar consciência de que o mundo da mente em que vivemos e que separa o nosso interior com o nosso exterior é só um fragmento da existência e quando consideramos que o processo interno e externo, são um só e indissociáveis pois constituem um processo unitário, e rodam num movimento integral; e que o mundo interior se expressa exteriormente e o movimento exterior, reage ao interior. E aqui, perdemos o medo de errar, de agir incorretamente, de que as escolhas que fazemos nos servem para crescer, então nos transformamos em seres melhores.

Ficamos a sós conosco próprios, já não contamos com a ajuda de gurus, de mestres ou daqueles que toda a vida nos zuniram aos ouvidos, na verdade não contamos com ninguém. Ganhamos a liberdade e esta não pode fazer nada errado, porque esta é o contrário da revolta, daquilo que sempre sentimos, da prisão de movimentos e pensamentos. Não existe o agir correta ou incorretamente. É na liberdade do nosso próprio centro que começamos a agir. Que a verdadeira felicidade está dentro de nós mesmos. Não há medo e o coração sem medo é capaz de infinito amor. E o amor pode fazer o que quer.

Temos então que aprender a nos conhecer de acordo com nós próprios, não de acordo com os pensamentos de outros, ou passaremos a conhecer os outros. Olhar para dentro e nos conhecermos realmente.

E quando percebemos que não podemos depender de ninguém externo a nós próprios para que nos consigamos transformar, começamos a debater-nos com a nossa própria autoridade interior, todos os dogmas que criámos, todas as barreiras que levantámos, as nossas experiências acumuladas (desta e de outras vidas anteriores), conhecimentos, ideais. Tudo começa a desmoronar-se, e porquê? Porque já entendemos, ou começamos a entender que o que se passou ontem já foi, já não serve, porque somos entidades vivas num movimento contínuo, e se permanecermos agarrados a ontem, jamais conseguiremos compreender, e sequer olhar para o movimento vivo da vida, para a natureza e beleza desse movimento que nos é mostrado em cada momento.

Quando nos livramos da nossa própria autoridade, começamos a morrer para todas as coisas de ontem – libertando a nossa mente, ela rejuvenesce, e torna-se mais inocente, cheia de vigor e, paixão. Só assim aprendemos e observamos e tomamos conhecimento de quem somos realmente. O estudo do Evangelho de nosso Mestre Jesus e a prática do Evangelho no Lar, é ferramenta fundamental de conhecimento e nos guia para a nossa verdade! Nos torna manso de coração, pois o homem educado é erudito, o homem evangelizado é capaz de amar e vencer a luta contra si mesmo, tornando-o vencedor e capaz de Amar verdadeiramente.

Ao iniciar esta nova caminhada baseada no Evangelho, faça como se nada soubesses, esquece todas as ideias que tinhas àcerca de ti próprio e de tudo. Procure ser como criança que aprende com pureza no olhar e flores no coração e caminha.

E em cada passo viva intensamente o que for deparando pelo caminho, sem se apegar, sem criar expectativas sobre o que isso te trará no passo seguinte, quer isso seja uma coisa ou uma pessoa. Limite-se a viver cada passo como se fosse o último que dará.

E sentirá a leveza com que passarás a caminhar…

E mesmo que já estejas no caminho, é sempre bom lembrar!

O Amor de Deus e seus mensageiros irão sempre te guiar para a Luz…

A Paz Interior!

Essa semana está sendo uma semana atípica e especial.

Nos trabalhos da terapia do passe da última terça-feira, onde o espírito de Maria Modesto Cravo ou carinhosamente “Dona Modesta” é mentora em nossa casa de caridade CEVILD, fiz a palestra com minha irmã e amiga Camila Soares, e pude sentir todo amor e carinho que a espiritualidade tem por todos nós trabalhadores e assistidos, e em especial destaque meu mentor espiritual, que nos presenteou com belas palavras e um aprendizado belo e profundo.

Assim sendo, senti a necessidade de escrever, um pouco direcionado a essa amiga especial que passa por algumas provas, e para todos que acompanham nosso blog.

Muitos nos dizem que somente aprendemos na dor, outros no amor verdadeiro. Mas pude perceber que Amor é semente, germens que Deus e a espiritualidade plantaram em todos nós, mas cabe a cada um ter a coragem de deixar essas sementes germinarem e praticar a verdadeira Caridade e o Amor Universal por todas as coisas desse nosso mundo de expiação!

Quando olhamos para dentro de nós mesmos, podemos notar toda a maravilha da criação, e poderemos nos conhecer melhor e nos vencer a cada dia, tornando nossa estada nesse maravilhoso mundo melhor.

Vamos ao nosso artigo:

***

Todos nós passamos na pele pela experiência da dor, das decepções, das frustrações…

Todos nós escolhemos viver a dor neste mundo de três dimensões e picos…

Todos nós escolhemos evoluir através da dor…

No meio disto tudo resta perguntar se estamos mesmo preparados para a dor?

Desde o momento que nascemos até que morremos passamos por maiores ou menores momentos de restrições, dor ou traumas e por norma ninguém nos ensina a ultrapassar esses momentos, ou mesmo que ensinem nunca será interiorizado da mesma forma se os vivermos ou se nos contarem de como seria…

O ser humano ao contrário de muitos animais, só numa idade considerável é que consegue cuidar de si sozinho, ao passo que a maior parte da fauna, pouco tempo após o nascimento está por sua conta. É aquilo que a natureza chama da “lei do  mais forte”.

Por exemplo uma tartaruga quando deixa os ovos na praia, as suas crias a partir do momento que saem dos seus ovos estão por sua conta e tem como objetivo chegar ao mar… á “casa dos pais” tartaruga. É claro que até lá, na sua caminhada  irá encontrar imensos obstáculos, como aves, crocodilos, a exaustão natural e poucos, muito poucos são os que chegam ao mar no qual irão encontrar ainda mais adversários e poucos ou nenhums chegarão a idade adulta para plantarem os seus ovos na praia…

Porém os que chegam tem muitas histórias para contar,  cicatrizes de guerra em que cada uma tem suor e lágrimas suficientes para no final se esboçar um sorriso de agradecimento pelo fato de se estar vivo.

Com os seres humanos a história não é diferente, são os resistentes, os sofredores e os sensatos que no final agradecem pelo fato de puderem  sentir o calor do sol na cara, pois devido ás privações das quais foram alvo dão o valor de cada segundo da sua vida.

É aqui que a dor tem o seu papel, ingrato e incomprendido momentaneamente, mas que no final terá a sua razão de ser, pois em última instância nos fez evoluir e tornando-nos mais fortes.

Infelizmente a dor é a primeira instância para conseguirmos caminhar face á consciência do que somos Um. Do que devemos procurar e multiplicar. Amor!

Todas pessoas sofreram mais ou menos, nesta vida ou em outras,  e todas as pessoas necessitaram da dor, desse extremo, para numa dada altura de nossas vidas, darmos um passo em frente, por mais suor e lágrimas que tenham sido necessárias.

Quem sou eu para falar de dor…

Sou somente mais um, mas devido á minha curta experiência de vida (nesta vida) percebi que, como ser humano, por vezes precisamos de uma perspectiva que nos marque e que cada célula sinta que o verdadeiro caminho não é de dor… mas sim do oposto…

O caminho de Amor.

Que os mensageiros iluminem todos nós.

Verdadeira Paz

Você, que quer a paz, só pode encontrá-la no perdão completo.

Ninguém aprende a menos que queira e acredite que, de alguma forma, precisa da aprendizagem. Embora não exista nenhuma falta na criação de Deus, ela é bem evidente no que você fez. De fato, essa é a diferença essencial entre um e outro. Falta, significa que te sentiria melhor se, de alguma forma, estivesse num estado diferente daquele em que está. Até à “separação”, que é o significado da “queda”, nada faltava. Não existiam quaisquer necessidades. Necessidades só surgem quando você se priva. Você age de acordo com a ordem particular das necessidades que estabelece. Isso, por sua vez, depende da sua percepção acerca do que é e queira se transformar.

O sentimento de separação de Deus é a única falta que realmente precisa corrigir. Esse sentimento de separação nunca teria surgido se não tivesse distorcido a sua percepção da verdade e, desta forma, percebido a ti mesmo como se te faltasse alguma coisa. A ideia de ordem de necessidades surgiu porque, tendo feito esse erro fundamental, já te tinha fragmentado em níveis com diferentes necessidades. À medida que se integra, vem a ser um só e, consequentemente, as suas necessidades passam a ser uma só. Necessidades unificadas conduzem à ação unificada porque isso produz uma ausência de conflitos.

A ideia de ordem de necessidades, que decorre do erro original, segundo o qual alguém pode ser separado de Deus, requer correção no seu próprio nível, antes que o erro de perceber níveis possa ser, de alguma forma, corrigido. Você não pode comportar-se de maneira eficaz enquanto funcionar em níveis diferentes. Todavia, enquanto você faz, a correção tem que ser introduzida verticalmente, de baixo para cima. Isso é assim porque pensa viver no espaço, onde conceitos tais como “para baixo” e “para cima” são significativos. Em última instância, o espaço é tão insignificante quanto o tempo. Ambos são, simplesmente, crenças.

O propósito real deste mundo é ser usado para corrigir a sua descrença. Você, por você mesmo, jamais poderá controlar os efeitos do medo porque o criou e acredita no que criou. Assim, na atitude, embora não no conteúdo, assemelha ao seu Criador que tem fé perfeita nas Suas criações porque Ele as criou. A crença produz a aceitação da existência. É por isso que pode acreditar em algo que ninguém mais pensa ser verdade. É verdadeiro para você, porque foi feito por você.

Todos os aspectos do medo não são verídicos, porque não existem no nível criativo e, portanto, absolutamente, não existem. Qualquer que seja a extensão da tua disponibilidade para submeter as suas crenças a este teste, nessa mesma extensão, as suas percepções são corrigidas. Para separar o falso do verdadeiro, o milagre procede nestas linhas:

O amor perfeito exclui o medo.

Se o medo existe, então não há amor perfeito.

Só o amor existe. 
Se há medo, ele produz um estado que não existe.

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